Em sua terra Natal, na cidade de Quixeramobim, no Sertão Central cearense, pouco se viu para lembrar a data. O movimento Conselheiro Vivo foi responsável pela movimentação em torno do único evento para lembrar Conselheiro. Nos dias 11,12 e 13 de março teve apresentação de teatro, exposição e oficina de xilogravura com João Pedro. Segundo Neto Camorim, coordenador do pólo Patrimônio Vivo, a falta de recurso deixa a desejar os movimentos, “o que nós realizamos é sem nenhum recurso público, fazemos este tipo de evento porque sentimos na obrigação de reconhecer o que foi conselheiro. Essa data era pra ser feriado municipal e destacar nos colégios a figura de Antônio Vicente Mendes Maciel, ou seja, a semana que antecede o dia 13 de março tinha que ser movimentada nos colégios do município com concurso de redação e outras atividades que incentivassem os alunos a buscar conhecer a vida de Conselheiro, alem disso buscar trazer a sociedade para dentro da casa onde o mesmo nasceu. O nosso poder público municipal fecha os olhos para algo tão importante como é a data natalícia do homem que lutou pelo seu povo e deu exemplo ao mundo de superação”. Neto Camorim ainda comentou que as nossas bibliotecas possuem um acervo muito pequeno sobre este conterrâneo e que o mesmo é estudado por todo o mundo e esquecido por quem tem a obrigação de lembrar.


